ESTOU PERDIDO, DEVO PARAR? NÃO SE PÁRAS ESTÁS PERDIDO! Goethe

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Que fazer?




Desde Julho de 2004 que Portugal é governado por políticos de alfobre, criados nas jotas (por sinal os três na JSD), que nunca tiveram uma carreira académica (aqui incluído até o curso universitário) ou profissional, autónoma e de sucesso.
O resultado está à vista - muita pose e muito desnorte!
É grave que o país esteja há 8 anos a ser dirigido pelos menos qualificados de uma geração!
A situação desesperada em que nos encontramos não devia pois surpreender!

O atual governo revela incapacidades que julgo inultrapassáveis.
Porém a alternativa disponível, numa lógica democrática, será mais do mesmo.
Seguro, que se apresenta numa pose ponderada e responsável, dizendo aquilo que a maioria do povo gostaria de ouvir neste momento, pese embora a simpatia que transmite, parece fruto da mesma cepa.
Há um ano também Passos Coelho apareceu como uma saída esperançosa para o pesadelo que era o socratismo agónico -  e o desespero leva sempre o povo a entregar o poder nos braços dum prometedor bem falante!

Que saída nos resta então?

Não fora o azar perseguir este povo (soa bem!?), poderia haver a solução presidencial.
Uma espécie de suspensão da democracia preconizada pela MFL, com um senador respeitado e experiente a conduzir os destinos do país, por um período que permitisse à sociedade renovar os partidos, refletir sobre o sistema, enquanto atravessássemos a tormenta da crise, liderados por alguém sem vaidades, nem favores para satisfazer.
Parece idílico? Talvez, mas a Itália está a fazer este percurso, com aparente sucesso.
Mas nós com a múmia a ocupar a cadeira presidencial, temos poucas hipóteses de tal vir a acontecer!

Vamos continuar a abrir os melões e rejeitá-los após a primeira talhada! Ainda não percebemos que vieram do mesmo campo? Haverá no meio deles, o tal apimentado que nos satisfará!?

Sonhar com alguém experiente, justo, empenhado a governar-nos não é pecado, pois não?
E depois, o futuro primeiro sonha-se antes de ser possível vê-lo realizado!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Um ato falhado - a virtualidade dum PM!



Hoje, na penosa entrevista de mais de uma hora do nosso PM, foi evidente a enorme impreparação e incapacidade para a função desta espécie de eterna "jovem promessa" bem falante.
Num determinado momento, que espero tenha sido bem percebido pelos portugueses mais cultos, houve um precioso ato falhado, que resultou, penso, da ignorância do entrevistado e não dum lapso, mas que ainda assim é bem esclarecedora.
Perguntado sobre se não ouviu os parceiros políticos e sociais antes de decidir as medidas, responde - "Acredito na virtualidade da democracia!".
Talvez quisesse dizer virtude, provavelmente pensa que o disse, mas não - expôs ao povo que acredita na democracia, enquanto realidade virtual, mas não como um sistema político que implica regras de comportamento político, mesmo quando se está em maioria.
Aliás é assim que tem feito, esta ex-promessa política que passou com as medidas recentemente anunciadas, ao estatuto de PM virtual dum país bem real, que deixou de acreditar nele!


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

NUM FUTURO NÃO MUITO DISTANTE

(Descrição de um sonho!)

A cena passa-se numa praça de uma cidade de aparência caótica - restos de lixo nos passeios, diversos focos de fumo a empestar o ar, jardins mal cuidados invadidos pelo estacionamento.
O que aparece como um comité de uma junta de indignados, julga sumariamente altos responsáveis políticos do poder cessante.
Antes do veridicto final, é dada oportunidade de defesa a uma personagem desengonçada e desesperada, dentro de um fato desalinhado (ex-primeiro ministro?, ex-ministro das finanças?).
E o único argumento que consegue alinhavar, face a uma provável execução, é a mesma a que todos os invertebrados recorreram ao longo da história:
- Mas eu estava a cumprir ordens ...!